GAME OF DEATH | MUITO sangue no primeiro (e sem censura) trailer da série. Confira!

Galerinha farreando: bebidinha aqui, droguinha acolá, gatinhas rebolando, boyzões topzera à la americana, tudo naquela… Até que chega alguém – eles sempre chegam – com uma ideia diferente de diversão: brincar com um jogo que ninguém nunca ouviu falar. O nome do jogo? Pois é: Game of Death (Jogo da Morte). E, bom, cê sabe, né? Jovem é sempre curioso. Pois bem. Tudo parecia estar nos trinques com o jogo, até que… Aí você vai ter que ver o trailer, que está logo ali abaixo.

Garantia de uma coisa, pelo menos: quem achava que Ouija era brincadeira de terror, ou que Jumanji era bagunça sem jeito, com certeza ainda não ouviu falar de Game of Death. Produzida pela produtora Black Pills em parceria com a La GuérillaRockzeline, Game of Death é dirigida por Laurence “Baz” Morais e Sebastien Landry, e conta com Sam Earle, Victoria Diamond, Emelia Hellman, Catherine Saindon, Nick Serino, Erniel Baez D., Thomas Vallieres e Jane Hackett no elenco.

Segue o trailer:

A série teve a sua primeira exibição no Festival SWSX, no dia 13 de março, e será exibida também no serviço de streaming Canal Play, ainda este ano. Entretanto, nada de informações sobre a exibição da série em emissoras mais populares.

DIG TWO GRAVES | Pacto e vingança no trailer do terror sobrenatural. Confira!

Do quase estreante Hunter Adams, DIG TWO GRAVES é um Terror Sobrenatural que narra a trajetória de uma garota em sua obsessão com morte do irmão num (pra lá de mal contado) afogamento.

Dirigido e escrito por Hunter Adams, Dig Two Graves conta com Ted Levine, Samantha Isler, Danny Goldring, Ann Sonneville, Troy Ruptash e Rachael Drummond no elenco. O filme estreará nos cinemas e plataformas digitais no dia 24 de março de 2017. Confira o trailer logo após a sinopse.

Depois que a jovem de 13 anos, Jacqueline Mather perde seu irmão em um misterioso afogamento, ela logo recebe a visita de três homens que se oferecem para trazer seu irmão de volta à vida, mas a um custo sombrio. Quando a história sombria de seu avô, Sheriff Waterhouse, é desenterrada, as verdadeiras intenções dos homens vêm à luz.

Segue o trailer:

BABY DRIVER | Em primeiro trailer, velocidade e muita música ditam o ritmo do Thriller criminal. Confira!

Depois um hiato de quatro anos sem dirigir um filme, após a conclusão da sua famosa Trilogia do Sangue e Sorvete com o filme Heróis de Ressaca (2013), Edgar Wright está de volta com seu mais novo longa-metragem, o thriller criminal Baby Driver, que foi um dos longas mais aguardados do Festival SXSW deste ano, sendo exibido na noite deste sábado (11). Na mesma noite, a Sony liberou o primeiro e eletrizante trailer oficial do filme.

Wright deu declarações sobre a produção à EW: “Eu sempre quis fazer um filme de ação que fosse alimentado por música. É algo que faz muito parte dos meus filmes anteriores, e eu pensei nessa ideia, de como levar isso um adiante por ter um personagem que escuta a música o tempo todo. E então, você tem esse jovem piloto de fuga que tem de trilhar toda a sua existência, particularmente os assaltos a bancos e fugas rápidas que vêm depois.”

Baby (Ansel Elgort) é um rapaz mudo que precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos. Motorista de uma gangue de criminosos, ele cai na estrada em fuga após um assalto a banco não sair como planejado.

Escrito e dirigido por Edgar Wright (Scott Pilgrim Contra o Mundo, 2010), o filme conta com Ansel Elgort, Lily James, Jamie Foxx, Jon Hamm, Kevin Spacey, Jon Bernthal e Eiza Gonzalez no elenco.

Nos cinemas nacionais, Baby Driver tem a sua estreia programada para o dia 17 de agosto de 2017.

MULHER-MARAVILHA | E aqui está o NOVO trailer do filme!

Warner Bros. Pictures liberou hoje o mais novo trailer de Mulher-Maravilha, recheado de cenas inéditas. O filme é dirigido por Patty Jenkins e conta com Gal Gadot, Chris Pine, Robin Wright, David Thewlis e Danny Houston no elenco.

O filme estréia nos cinemas nacionais no dia 01 de junho de 2017.

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Sem mais delongas, segue o trailer:

KONG: A ILHA DA CAVEIRA (Kong: Skull Island), de Jordan Vogt-Roberts

1944, durante a Segunda Guerra Mundial. Dois aviões, um americano e outro japonês, são abatidos em pleno combate aéreo. Os pilotos sobrevivem, chegando a uma ilha desconhecida no Pacífico Sul. Lá eles dão continuidade à batalha, sendo surpreendidos pela aparição de um macaco gigante: Kong. Em 1973, Bill Randa (John Goodman) tenta obter junto a um político norte-americano a verba necessária para bancar uma expedição à tal ilha perdida. Ele acredita que lá existam monstros, mas precisa de provas concretas. Após obter a quantia, ele coordena uma expedição que reúne militares, liderados pelo coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson), o rastreador James Conrad (Tom Hiddleston) e a fotógrafa Mason Weaver (Brie Larson)

Cuidado, leitor, pode ser que existam alguns spoilers nesse texto.

De 1933 até aqui, somam-se em três as tentativas de reaver a fantástica história de King Kong a partir da ideia original.¹ Em 76, John Guillermin (do clássico Inferno na Torre, 1974) trouxe de volta ao grande ecrã o mito do gorila gigante, contando com os estelares Jessica Lange e Jeff Bridges no elenco. Não satisfeito, 10 anos após o lançamento do primeiro remake de King Kong, Guillermin lançou a continuação do filme, King Kong 2 (1986). Peter Jackson, décadas depois, trouxe a sua versão da história de King Kong numa mega produção que até agradou bastante gente. Sem esperar passar mais uma soma expressiva de décadas, a Warner Bros. resolveu encomendar um reboot da história pelas mãos dos roteiristas Dan Gilroy, Max Borenstein e Derek Connolly, deixando como encarregado da realização o diretor Jordan Vogt-Roberts, longa que viria a ficar conhecido como Kong: Skull Island, o GRANDE responsável por este texto.

Com boas referências e um subtexto atento e inteligente, Kong: A Ilha da Caveira é, no grosso, o melhor que se pode esperar de um cinema pipoca assumidamente cinema pipoca. Funcionalmente, não deixa muito a desejar, mas seu roteiro não permite que o filme se conclua isento de problemas.

Esqueça aquela história onde uma loira gata and gostosa é oferecida ao gorilão como sacrifício pelos nativos da ilha, e que aí o macacão resolve não ceifar a vida da donzela porque acabou se afeiçoando por ela. O longa de Vogt-Roberts subverte essa estrutura histórica e nos entrega um reinício para o mito do Rei Kong. Algo que tanto ajuda o filme quanto sedimenta o terreno para seus futuros propósitos: botar os dois bichões (leia-se Godzilla e King Kong – com outras criaturinhas fofas) pra saírem na porrada. Kong, aliás, diferente da produção repleta de más escolhas de Godzilla (2014), já começa sem frescuras: tá lá o gorilão dando o ar de sua graça sem contar nem 10 minutos de duração do filme. E isso, propositalmente, é aquele bom tapinha de luva na cara no último longa do lagartão – tapa esse que, inclusive, incide mais na cara do roteirista daquele filme, Max Borenstein, que (infelizmente) também assina o roteiro deste, do que na do coitado do Gareth Edwards. Jordan, em entrevista à EW, disse que não queria fazer o que o Gareth Edwards fez com Godzilla, ressaltando seu desgosto com produções onde o monstro precisa esperar pelo menos 40  minutos para poder dar as caras.

Duas coisas tornam bastante gratificante assistir a este filme: seu esmero técnico e seu subtexto perspicaz. Kong é, definitivamente, uma experiência que merece ser tida na melhor qualidade possível. Vogt-Roberts se esforça em entregar uma experiência, sobretudo, imersiva ao seu expectador, desenhando seus enquadramentos com muito cuidado e explorando perspectivas que viabilizam essa finalidade, além de gozar de muita criatividade ao desenhar as cenas, fruto de um bem elaborado trabalho de decupagem. Exemplo rápido disso são as cenas em que o diretor toma o POV como perspectiva, fazendo da câmera os olhos do personagem em determinados momentos, inspiração tomada imediatamente dos jogos eletrônicos FPS. Vogt-Roberts, a propósito, felizmente não faz parte do nicho de diretores de Ação que usa e abusa de conduções aturdidas, cheias de shaky cams e de cortes apressados, o que, nesse caso, o leva a conduzir as cenas de ação do filme explorando diferentes modos de apresentação, de modo cadente e bem regulado, o que facilita a assimilação do espectador do que acontece em cena. Praticamente todas as sequências de ação de Kong são irremediavelmente eficazes. E se você somar isso à bela fotografia de Larry Fong (que já trabalhou em filmes como 300 e Watchmen), e a trilha sonora composta por clássicos setentistas de primeira linha, tudo fica ainda melhor.

Mas Kong: A Ilha da Caveira não é  um filme de monstro seco e direto. Se analisado com atenção, é possível depreender boas camadas de seu texto. O filme inicia-se estabelecendo o espírito da época: após a introdução, somos lançados imediatamente à 1973, exatamente no encalço do fim da Guerra do Vietnã. Somos apresentados aos soldados e, junto deles, a todos aqueles arquétipos já conhecidos dos militares da época. E então, como que numa transferência imediata dos deveres ainda latentes da guerra, os soldados, liderados pelo tenente-coronel Packard, são enviados à Ilha da Caveira. Packard, decepcionado com o fim da Guerra e nutrindo um rancor silencioso pelo desfecho aquém de suas expectativas, aceita de prontidão (e ainda agradece!) a ordem de acompanhar o grupo de pesquisadores até a Ilha da Caveira. Com direito a boas referências extraídas por Vogt-Roberts de títulos como Apocalypse Now (de Francis Ford Coppola) e Platoon (de Oliver Stone), Kong constrói uma história que, como pano de fundo, nas figuras de Packard e seus obedientes soldados, versa sobre os ódios quase automáticos dos militares americanos na Guerra do Vietnã, indo em direção ao desconhecido, subestimando o potencial do inimigo e, de um jeito ou de outro, perecendo diante dele. O subtexto de Kong, afora os reflexos da Guerra nas ações da ilha, ainda encontra lugar para falar sobre a mentalidade em torno da feminilidade, se destituindo da clássica imagem da mulher enquanto agente passivo e adotando uma postura mais ativa, que se revelam nas figuras da corajosa fotógrafa Manson Weaver e no momento em que o geólogo Houston Brooks pega uma latinha de comida da mão da San (Jing Tian) e acaba se cortando, logo após dizer que abrir latinhas era “trabalho de homem”.

Mas, como quase todo filme, Kong também tem seus “mas”: mesmo tendo um bom entrelinhas, o texto do filme sofre de alguns problemas chatinhos.

Pra início de conversa, temos um que certamente incomodará aqueles que buscam por personagens bem desenvolvidos, mesmo em blockbusters de monstros: exatamente o fato de não haver aqui muito espaço para o desenvolvimento de seus personagens. O elenco principal é composto por, mais ou menos, 10 indivíduos. Temos Tom Hiddlestom como o ex-militar e rastreador James Conrad, a fotógrafa de guerra Manson Weaver, interpretada por Brie Larson; John C. Reilly como o excêntrico Hank Marlow, Samuel L. Jackson como o irascível tenente-coronel Preston Packard, John Goodman como Bill Randa, Corey Hawkins como o geólogo Houston Brooks, além de quatro outros soldados de participação ativa durante o filme: interpretados por Toby Kebbell, Jason mitchell, Shea Whingham e Thomas Mann.

São muitos personagens, o que torna inescapável o fato de que nem todos eles dispõem de algum desenvolvimento sólido. Pra ser bem franco, apenas dois entre os 10 personagens têm alguma espécie de aprofundamento em sua ethos, são eles Preston Packard (L. Jackson), que é um dos responsáveis por ditar a movimentação do filme, visto que, além de coordenar o grupo de soldados em boa parte do filme, é ele que se torna o antagonista humano de Kong, alimentando um desejo latente de eliminar o gorilão – e, nisso, conseguir satisfazer seus desejos frustrados do pós-guerra –, e Hank Marlow (C. Reilly), o antigo soldado que ficou preso na ilha, que possui algum background e assume caráter de importância dentro da narrativa do filme – além de que partem dele os alívios cômicos do filme. Acaba que a maioria esmagadora do cast, mesmo suprindo a demanda de componentes humanos do filme, usa de seus personagens como dispositivos complementares da ação, como é o caso do personagem Tom Hiddlestom, que é apresentado como ex-militar e rastreador, mas que pouquíssimo apresenta dessas características. Isso é um problema, mas um problema que, se analisado sob a frieza das funções que o filme adota, talvez escape pela tangente; afinal, melhor não ter como proposta um bom desenvolvimento de personagens, do que assumir essa tarefa e acabar não dando conta.

Outro problema são as tentativas falhas do roteiro em tentar estabelecer componentes emocionais disfuncionais na história – dois, pra ser mais exato. O primeiro se dá na utilização da figura do soldado Jack Chapman (Toby Kebbell), que se perde dos dois grupos e acaba ficando sozinho na ilha. Antes de os soldados partirem para a ilha, Chapman escreve uma carta de desculpas para o filho – visto que ele não voltaria para casa como gostaria –, e através disso o filme enseja um vínculo emocional com o espectador, o que até daria certo, não fosse o fato de Chapman morrer de forma repentina, o que só serviu para evidenciar uma rude dinâmica que utiliza a existência do filho do soldado à espera do pai como mero recurso de choque – além de ser um dos catalizadores das sandices de Preston Packard. Chapman morre, sabemos que ele tinha um filho à sua espera, mas ainda assim, não sentimos a aflição que o filme pretendia evocar com aquilo, tudo por uma falta substancial de aprofundamento na relação paternal de Chapman.

Outro momento muito semelhante ao anterior acima se dá na sequência da morte do soldado Cole (Shea Whigham). Em determinado momento do filme, já ali a caminho do clímax, o grupo está sendo perseguido por uma gigantesca criatura sedenta por petiscos, e aí o Cole resolve que seria maneiro e descolado ficar para trás e tentar dar cabo (ou pelo menos atrasar o bichão) com suas granadas. Ele fica para trás e pede que os outros sigam em frente… É aí que o soldado Mills se desespera e desata em choro, tendo que ser segurado para não voltar até o amigo e trazê-lo de volta. Bom… Não é um problema o fato de Cole morrer – pode ser questionável sua escolha de ficar para trás dada a circunstância – e nem de Mills chorar e espernear pelo amigo. Não. O problema é o filme não conseguir suprir a necessidade de um vínculo que justificasse a ação de Mills. Em nenhum momento do filme até aquele ponto, pode ser observada uma ligação realmente consistente entre os dois soldados, ficando reservado apenas a momentos de conversas e piadas entre os dois no grupo.

O que alivia a barra desse último momento é o fato de a cena da morte de Cole, em específico, ser muito bem pensada e realizada. Cole fica para trás e pensa em usar suas granadas para matar o monstro, achando que seria engolido por ele. O que cole não contava, entretanto, era o que o monstro, em vez de engoli-lo, o atingiria com o rabo, jogando-o numa montanha e culminando na morte de Cole talvez antes mesmo de suas granadas explodirem (e fazerem dele um patê de carne e pedra). A sequência é uma boa e bastante eficaz surpresa, já que é desenhada para nos fazer raciocinar como Cole raciocinou; se Cole foi pego de surpresa naquele momento, sem nem mesmo ter tempo de notar seu plano indo por água abaixo, nós fomos muito mais.

Ao mesmo tempo que é um brio sensorial, em grande parte pelo tato imagético estilizado de Jordan Vogt-Roberts, Kong pisa firme em seus problemas nada descreditáveis de roteirização e segue o jogo sem se preocupar muito com suas inconsistências, como se pensasse: “Ah, velho, eu sou um filme de monstros, e meu monstro taí aí, óh, lindão. Foda-se essas coisas aí”. Mesmo que os problemas discutíveis do filme se amontoem (até aqui mesmo no texto, tomando dele boa parte), não seria razoável, ou justo, dizer que Kong é um filme ruim. Longe disso. De modo geral, Kong: A Ilha da Caveira é um filme bastante eficiente em seus propósitos, seja em ser um blockbuster de monstros que realmente entrega o que todo mundo quer ver, seja como produção que pavimenta o caminho até o grande encontro com Godzilla, em 2020.


¹ Fora essas reconstituições pontuais, a figura de Kong já foi usada em,
  pelo menos, mais 6 títulos títulos cinematográficos. Sério mesmo. Tem
  O Filho de King Kong e o curta Wasei Kingu Kongu, lançados no mesmo ano
  do original, tem o King Kong Appears in Edo (1938), tem também
  King Kong vs. Godzilla (1962), tem King Kong Escapes (67), isso tudo, 
  sem esquecer de Queen Kong (1976) – e sim, eu ri do título desse último.
  Fique a vontade pra clicar, não é brincadeira minha.


Este texto foi publicado originalmente no site Inglórias Resenhas.

ATOMIC BLONDE | Charlize Theron chutando bundas sem dó nem piedade no primeiro trailer oficial do filme

À quem é fã assumido de filmes de Ação, um provável prato cheio. Do que eu tô falando? Bom, o nome vocês já viram ali no título da matéria: Atomic Blonde, novo longa de David Leitch (De Volta ao Jogo, 2015) e que tem Charlize Theron como protagonista – no melhor estilo John Wick de ser: chutando bundas a torto e a direito.

Duas temporadas após viver a incrível Furiosa, em Mad Max: Estrada da Fúria, Charlize encarna Lorraine Broughton, uma agente inglesa que é enviada à caótica Berlim de 1989 (próximo à queda do Muro) para recuperar um importante e muito procurado dossiê, numa trama que promete ser marcada por muita ação e tensão. Empenhada à tornar realidade a graphic novel The Coldest City, de Antony Johnston e Sam Hart, Theron comprou os direitos da HQ há cinco anos, assim que a obra foi lançada, junto de seu parceiro de produção, Beth Kono. Eu não havia visto outra personagem como ela lá fora, diz Theron, Ela não se desculpa por nada. Nós a fizemos forte e decidida; ela é insolente. Essas foram todas as coisas pelas quais eu estava procurando, concluiu.

E o empenho da moça não parou apenas aí. A atriz se dedicou substancialmente ao papel: treinou de 4 a 5 horas horas por dia durante três meses com Leitch e sua equipe de lutadores e coreógrafos, além de estudar várias cenas de combate e aprender complicadas habilidades de MMA.

Pelo visto, se depender de Leitch, esse agradável novo (posso atestá-lo como novo?) nicho genérico – filmes de Ação de verve estilizada – irá ganhar cada vez mais espaço no mundo do cinema. É muito bom encontrar um ator que possa fazer essas longas e longas tomadas, memorizar a coreografia, manter o personagem e oferecer uma performance. Ela é extraordinária, diz Leitch sobre ter Charlize Theron como protagonista do longa.

Além de Charlize Theron, o filme conta com James McAvoy, Sofia Boutella, John Goodman, Toby Jones, Eddie Marsan, Roland Møller e Jóhannes Haukur Jóhannesson no elenco. Confira o trailer, logo depois da sinopse:

Lorraine Broughton, uma agente disfarçada do MI6, é enviada para Berlim durante a Guerra Fria para investigar o assassinato de um oficial e recuperar uma lista perdida de agentes duplos.

O filme está programado para estrear nos cinemas nacionais no dia 03 de agosto de 2017.

A TRANSFIGURAÇÃO | Garoto guarda um segredo obscuro no primeiro trailer do Thriller dramático

Em seu projeto debutante, Michael O’Shea realiza o thriller dramático A Transfiguração, que narra a vida de um adolescente que até seria comum como a maioria dos jovens, não fosse o seu fascínio obscuro pela tradição vampiresca. Definido como uma “moderna fábula vampiresca slow-burnA Transfiguração estreia no festival SXSW (South by Southwest) no mês de abril.

Milo é um adolescente órfão de 14 anos que vive com seu irmão no Queens, em Nova York. Ignorado por seus colegas de classe, ele sofre bullying nas mãos dos meninos mais velhos da escola. Ele encontra refúgio no pequeno apartamento onde mora, onde foge da solidão ao se debruçar sobre o fascinante mundo dos vampiros. Milo esconde um segredo sinistro, mas um encontro com Sophie, sua nova vizinha, irá despertá-lo para novos sentimentos.

Dirigido e escrito por Michael O’Shea, o filme conta com Eric Ruffin, Chloe Levine, Larry Fessenden, Danny Flaherty, Lloyd Kaufman e James Lorinz no elenco. Confira o trailer:

GEOSTORM | Deu ruim na Terra no primeiro teaser trailer do filme, e o Gerard Butler precisa salvar o planeta

Dirigido pelo roteirista de Godzilla (1998), Independence Day (1996) e Independence Day: O Ressurgimento (2016), Dean Devlin – em seu primeiríssimo trabalho como diretor – vem aí o novo Filme-Catástrofe da praça: Geostorm, que conta com Gerard Butler tentando salvar a terra de um ~probleminha que deu no Excel planetário~.

O longa conta com Gerard Butler, Jim SturgessAbbie Cornish, Ed HarrisAlexandra Maria Lara, Robert Sheehan e Andy Garcia no elenco. Confira o trailer:

Um criador de satélites (Gerard Butler) precisa trabalhar em parceria com o não muito querido irmão para impedir que uma tempestade de proporções épicas destrua o planeta.

O filme tem a sua estréia programada para o dia 19 de outubro de 2017 nos cinemas brasileiros.

ROUGH NIGHT | Confira o primeiro trailer da comédia para maiores com Scarlett Johansson

No melhor estilo Se Beber, Não Case, Scarlett Johansson embarca numa comédia regada a muito escracho. Conheça Rough Night – ainda sem título nacional –, comédia que narra o encontro de cinco amigas de longa data para uma despedida de solteira, que acaba, é claro, dando completamente errado.

Dirigido por Lucia Aniello (da série Broad City, 2014), o filme conta com Zoë Kravitz, Ilana Glazer, Kate McKinnonJillian Bell, Demi Moore, Paul W. Downs e Ty Burrell no elenco.

Cinco amigas se reúnem durante um fim de semana em uma casa de praia em Miami para comemorar a despedida de solteira de uma delas. Mas as coisas saem do controle quando matam, acidentalmente, um stripper.

O filme estreia no dia 15 de junho de 2017.